Melhor: Socar a cara de uma grande parcela de vilões do Batman | Pior: Se perder em horas de missões paralelas e esquecer a trama principal ! ! !
“Batman: Arkham Asylum” é uma das mais gratas surpresas desta geração. Com uma jogabilidade afiada, gráficos impressionantes e uma história quase perfeita, o jogo, pela primeira vez, deu aos jogadores um gostinho de como é ser o Batman, com todas as bat-bugigangas e vilões cartunescos. Para a sequência, a Rocksteady decidiu ampliar o foco, saindo dos terrenos confinados do Asilo Arkham e cercando uma pequena seção da cidade de Gotham. Lá dentro, os criminosos lutam por influência, Hugo Strange planeja algo sinistro e Batman tem um dos piores dias de sua vida.
Na trama, o psicótico Dr. Hugo Strange consegue convencer o prefeito de Gotham, Quincy Sharp (o antigo diretor de Arkham) a fechar uma seção da cidade, incluindo o departamento de polícia, o museu, a Ace Chemicals (lugar onde o Coringa caiu nas substâncias químicas que o desfiguraram) e o Beco do Crime (onde os Wayne foram assassinados), e soltar todos os bandidos de Arkham e Blackgate por ali. Bruce Wayne se manifesta contra a prisão e é detido pelos Tyger, uma guarda mercenária leal a Strange. Com isso, Batman fica dentro da prisão e ao lado de seus piores inimigos.
Lá dentro, Batman encontra vilões como o Duas-Caras e Pinguim disputando territórios na base da violência. O Coringa também está no jogo, mesmo que esteja visivelmente doente e debilitado. Logo quando o Morcego pisa na prisão, descobre também um tal de Protocolo 10 de Strange, que será colocado em prática em algumas horas.
O grande problema de “Arkham City” é a história. Vejam bem, o começo é completamente explosivo e o final é um dos melhores já feitos em um game, um exame perfeito da mente do Batman que faz inveja até às melhores HQs do morcegão. O meio, no entanto, se arrasta um pouco. O problema é que Arkham City não parece fazer sentido por algumas horas: por que diabos alguém faria isso? Por que pegariam uma fatia da cidade e deixariam os vilões correndo soltos? Por que deixar tudo na mão de Strange? Isso é respondido durante o jogo, especialmente da metade para o final, mas até lá, o jogador fica completamente perplexo com o que está acontecendo, mas não pelos motivos certos. Basta dizer que, quando todas as cartas estão na mesa, tudo começa a fazer sentido.
Plataformas: PS3/X360/PC
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